Hei amigo que está longe agora... no Sul...lugar frio..mas de gente ótima e educada.Meu grande amigo psicologo e enfermeiro é para você está mensagem.
A vida às vezes parece aquela amiga mal educada, sabe que vai na sua casa, d, lhe dâ presente, depois come e abusa do sofá e quando vai embora sai falando besteira.
Mas não é vida é um professora insistente,que sempre nos entrega lições cada vez mais complicadas. Não é.
E sempre tentamos resolve-las de nossa maneira.
Então nesse momento que "tú" passa, faça a lição da melhor maneira possível sem se preocupar se vai ganhar um dez, porque com certeza ele é generosa.
A força que deu para todos que participaram de sua história vai voltar para ti. É isso é importante.
Estamos contigo! Força para ti.
Abraço
sexta-feira, 14 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Obrigado
Muito obrigado a todos os internautas que já passaram pelo blog nessa semana. Recebi muitos elogios. Vou continuar os acertos e corrigir os pequenos tropeços . Vale lembrar que esse blog não é feito só por mim, toda a ajuda é muito bem vinda. Quem tiver alguma história, alguma palavra, entre em contato comigo pelo email arodriguesdesouza@gmail.com
Um abraço e até mais
Um abraço e até mais
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Eu te amo
É muito comum pensarmos mil vezes antes de falar algo,para brigar e na hora, mas para dizer um eu te amo às vezes essa expressão nunca sai.
Brigar é comum, mas vamos lá, dizer um eu te amo, eu gosto de você é muito bom.
Não deixe para falar essa palavras quanto estiver caído.
Eu ouvi essas palavras tardes demais. Eu gostaria de ter falado eu te amo, mas só consegui falar nos últimos minutos com meu pai.
Brigar é comum, mas vamos lá, dizer um eu te amo, eu gosto de você é muito bom.
Não deixe para falar essa palavras quanto estiver caído.
Eu ouvi essas palavras tardes demais. Eu gostaria de ter falado eu te amo, mas só consegui falar nos últimos minutos com meu pai.
domingo, 9 de maio de 2010
Janela
Nem sempre todas as perguntas que fazemos, encontramos respostas. Quem já não passou por isso.
Às vezes nem todas as palavras que ouvimos são suficientes.
E quase sempre somos tão arrogantes a ponto de reclamar de coisas tão pequenas. Eu também era assim e ainda sou. Não sou perfeito. Mas antes de ter uma atitude desse tipo, lembranças, memórias de mais de um ano de luta me sacodem.
Aqui vai a pergunta: você seria capaz de sorrir só de ver o sol pela janela? Eu conheci alguém que sim. Alguém que durante dois meses nem luz do sol viu, mas sempre olhava para a janela, e parecia tentar ver algo. Era lá que estava a esperança dele.
Às vezes nem todas as palavras que ouvimos são suficientes.
E quase sempre somos tão arrogantes a ponto de reclamar de coisas tão pequenas. Eu também era assim e ainda sou. Não sou perfeito. Mas antes de ter uma atitude desse tipo, lembranças, memórias de mais de um ano de luta me sacodem.
Aqui vai a pergunta: você seria capaz de sorrir só de ver o sol pela janela? Eu conheci alguém que sim. Alguém que durante dois meses nem luz do sol viu, mas sempre olhava para a janela, e parecia tentar ver algo. Era lá que estava a esperança dele.
A Carta Nunca Escrita
Obrigado!
“Eu sempre fui forte, e nunca achei que um dia minha saúde iria se tornar minha inimiga.
Há muitos meses atrás, até anos, se não me engano, as dores começaram. Era uma dor no músculo da perna, que eu fazia massagem e melhorava. E uma outra dor no ombro que aparecia de noite. Mas elas passavam. Pensei que era cansaço, que era a idade que estava chegando.
Outras dores apareceram no meu organismo. Comecei a tomar remédios. E que alivio que eles me davam. Mas não por muito tempo. E por continuarem junto a outros sintomas, eu que nunca precisei ir ao médico fui. Foram várias visitas, exames, os meses se passaram e o diagnóstico: câncer na próstata. Logo comecei a me tratar, eu vi na tv, nos jornais, muitas matérias falando sobre a doença, que quando tratada a cura era certeza.
Não deixei a bola cair, continuei trabalhando. Trabalhava com assim podemos dizer com saúde. Professor de educação física, sempre motivando o bem estar das pessoas. Acordava cedo e já ia trabalhar. A noite ia fazer meu tratamento. E os meses passaram, chegou o Natal e Ano Novo. Esperança que tudo iria terminar logo logo e que 2009 seria um ótimo ano.
Comecei meus planos então. Meus filhos já iriam fazer um ano que estavam formados: meu advogado e meu jornalista. Nunca senti tanto orgulho. Minha esposa também e eu dava várias idéias para ela, a nova artesã.
O tratamento terminou, mas continuei sentido dores nas pernas e nas costas. Será que era por causa do tratamento? – pensava. Minha rotina não mudou. Meus passos foram diminuindo. Mas minha cabeça estava a cem por hora. Tanto que nunca deixei ninguém passar a perna na minha família, mesmo sentindo dores, briguei por um produto que estava estragado e a loja não queria fazer nada. Fiquei bravo, sempre fui muito bravo.
Sempre fomos muito unidos, nós quatro. Minha dor na perna aumentou. Meu carrinho, meu fusca, foi de grande ajuda, mesmo quando minha perna já não obedecia direito.
Nesse tempo, de novo visitei a médicos e fiz exames exames. Nessa época já não consegui dirigir mais e dependia de uma muleta, que eu até brincava, e de amigos da minha família e de parentes para ir até as consultas e exames.
Comecei a sentir dores, minhas pernas já não me obedeciam mais. Ficar sentado era um alivio.
Exame marcado para ser feito em Pouso Alegre, meu último passeio. Minha esposa pediu para meu sobrinho e sua mulher, se poderiam me levar. E eles não negaram. Minha última viagem sentado. Dias depois minhas pernas travaram e eu só conseguia ficar ou deitado ou então sentado.
A Luiza me ajudava, me colocava na cadeira de banho e me levava para tomar banho, para tomar sol. Mas eu não agüentava muito.
Eu fazia um sacrifício aos domingos, almoço em família. Éramos nós quatro. Mas meu corpo não permitia mais abusar e passei a almoçar na cama.
No Dia dos Pais, acordei com muita dor em uma das pernas. Mesmo assim, meus filhos me presentearam. Tentei agüentar. Tentei, a dor venceu. Nenhum remédio fazia efeito. Fui parar no hospital. E lá a verdade: fratura no fêmur,tanto no esquerdo e direito. Teria que operar.
Minha casa então passou a ser o Hospital Bom Pastor. Lá também se tornou a segunda casa dos meus filhos e de minha esposa. Mas nós fomos muito bem recebidos. A equipe da enfermaria, me dava muito conforto. Eu tinha tantas dúvidas e reclamações. E as enfermeiras me ouviam. Tinha uma que até me chamava de meu bebê.
A operação das pernas não poderia ser feita em Varginha só em BH. Eu teria que aguardar a transferência. Todo dia perguntava: alguma resposta?
Quando estava em meu leito comecei a receber muitas visitas, que me animavam e me punham pra frente e que fizeram os dias passar logo. Depois de dois meses, a surpresa, de manhã a notícia. Minha operação saiu. Chorei. E de tarde eu já estava na estrada. Como seria o tratamento em BH? Foi ótimo. A operação foi longa, não vi, dormi. Lá também conheci uma ótima equipe de enfermeiros e não é que todo mundo ficou amigo de um enfermeiro com sotaque de gaúcho. Ele me falava palavras tão bonitas. E eu via, ele dava tanta força para minha família.
Poucos dias da primeira operação foi a vez da segunda operação. Outro sucesso. Me senti mais confiante. Sabia que logo voltaria para minha casa, veria meu cachorrinho e meu outro filho que havia ficado.
Em outubro, três meses depois, voltei para minha casa, que foi toda modificada. Eu tinha uma cama especial.E uma lista enorme de cuidados.
E não é que logo que chegamos minha esposa, no outro dia já procurou a equipe do PAD, médicos e uma equipe que atendem em casa. E achando que eles iriam demorar para fazer a primeira visita, que nada. Foi tanta gente, médicos, enfermeiras, nutricionistas e fisioterapeutas para me olharem que nem sei mais quem foi o primeiro.
Eu que havia chegado a um ponto da vida que achava que não poderia mais fazer amigos, estava enganado. Essa equipe se tornou parte da minha vida. Cuidaram de tudo, comida, remédios. Ganhei tanta coisa deles. Os cortes da operação eram cuidados, minha comida recebia acréscimos nutricionais e minhas pernas voltavam a mexer graças ao trabalho do fisioterapeuta.
Eu ficava ansioso quanto a sua visita. Consegui mexer os dedos e o pé de novo. Sozinho! Meus braços ficavam fortes. Eu queria voltar a andar logo.
Não sobraram esforços de todos, família e equipe para fazer isso. Exercícios várias vezes ao dia. E aos poucos fui sentando na cama... e certo dia eu voltei me sentar pra valer na cama, com a ajuda de todo mundo, mesmo por poucos minutos.
Essa foi minha maior conquista. Porque infelizmente a minha doença lutava contra.
Mas eu sempre mantive fixo o pensamento que iria melhorar...
Ficava pensativo... mas não me entreguei... eu na verdade aceitei essa fase. Dei valor em muitas coisas. E sempre agradecia por tudo.
Natal e ano novo de novo, promessas, e nunca dei tanto valor para vida. Foi um ano difícil, mas tudo iria melhorar.
Recebi tantas visitas!
Mas fui ficando fraco, meu corpo pedia descanso. Tudo doía novamente. Os remédios me davam conforto. Eu não gritava ou reclamava da dor.
A equipe continou me acompanhando. Eu fui ficando fraco. Minha mente continuava ótima, mas meu corpo não. Tentavam fazer de tudo. Até minha voz foi sumindo... sumindo...
Em um fim de semana recebi visitas, fiquei bom, conversei...gastei todas as minhas energias, essa que fui guardando com tanto carinho. Na segunda eu só conseguia olhar o que estavam fazendo. Por gestos, eu ainda brincava.
Na quarta-feira, mais cuidados médicos. Minha mulher não saia do meu lado e meus filhos sempre preocupados.
Na quinta, meu corpo não tinha vontade de mais nada, mas recebi novamente tratamentos... enfermeiras, médica e minha família me ajudaram. Tomei remédio, me limparam. Minha respiração foi ficando pausada. Eu sentia vontade de descansar. Sentia uma mão junto com a minha. Mas estava fraco, querendo dormir... e assim aconteceu... eu dormi... quietinho.. não dei trabalho...finalmente descansei... e não tive forças para falar de novo: um obrigado... e para contar uma piada nova para meu amigo fisioterapeuta. Mas eu precisava descansar...
E que cada memória minha seja então de agradecimento por todos vocês. Obrigado!”
Ademar Luiz ( in memorian)
Esse texto escrevi quando completava um mês que meu pai havia nos desejado e perdido sua batalha.
“Eu sempre fui forte, e nunca achei que um dia minha saúde iria se tornar minha inimiga.
Há muitos meses atrás, até anos, se não me engano, as dores começaram. Era uma dor no músculo da perna, que eu fazia massagem e melhorava. E uma outra dor no ombro que aparecia de noite. Mas elas passavam. Pensei que era cansaço, que era a idade que estava chegando.
Outras dores apareceram no meu organismo. Comecei a tomar remédios. E que alivio que eles me davam. Mas não por muito tempo. E por continuarem junto a outros sintomas, eu que nunca precisei ir ao médico fui. Foram várias visitas, exames, os meses se passaram e o diagnóstico: câncer na próstata. Logo comecei a me tratar, eu vi na tv, nos jornais, muitas matérias falando sobre a doença, que quando tratada a cura era certeza.
Não deixei a bola cair, continuei trabalhando. Trabalhava com assim podemos dizer com saúde. Professor de educação física, sempre motivando o bem estar das pessoas. Acordava cedo e já ia trabalhar. A noite ia fazer meu tratamento. E os meses passaram, chegou o Natal e Ano Novo. Esperança que tudo iria terminar logo logo e que 2009 seria um ótimo ano.
Comecei meus planos então. Meus filhos já iriam fazer um ano que estavam formados: meu advogado e meu jornalista. Nunca senti tanto orgulho. Minha esposa também e eu dava várias idéias para ela, a nova artesã.
O tratamento terminou, mas continuei sentido dores nas pernas e nas costas. Será que era por causa do tratamento? – pensava. Minha rotina não mudou. Meus passos foram diminuindo. Mas minha cabeça estava a cem por hora. Tanto que nunca deixei ninguém passar a perna na minha família, mesmo sentindo dores, briguei por um produto que estava estragado e a loja não queria fazer nada. Fiquei bravo, sempre fui muito bravo.
Sempre fomos muito unidos, nós quatro. Minha dor na perna aumentou. Meu carrinho, meu fusca, foi de grande ajuda, mesmo quando minha perna já não obedecia direito.
Nesse tempo, de novo visitei a médicos e fiz exames exames. Nessa época já não consegui dirigir mais e dependia de uma muleta, que eu até brincava, e de amigos da minha família e de parentes para ir até as consultas e exames.
Comecei a sentir dores, minhas pernas já não me obedeciam mais. Ficar sentado era um alivio.
Exame marcado para ser feito em Pouso Alegre, meu último passeio. Minha esposa pediu para meu sobrinho e sua mulher, se poderiam me levar. E eles não negaram. Minha última viagem sentado. Dias depois minhas pernas travaram e eu só conseguia ficar ou deitado ou então sentado.
A Luiza me ajudava, me colocava na cadeira de banho e me levava para tomar banho, para tomar sol. Mas eu não agüentava muito.
Eu fazia um sacrifício aos domingos, almoço em família. Éramos nós quatro. Mas meu corpo não permitia mais abusar e passei a almoçar na cama.
No Dia dos Pais, acordei com muita dor em uma das pernas. Mesmo assim, meus filhos me presentearam. Tentei agüentar. Tentei, a dor venceu. Nenhum remédio fazia efeito. Fui parar no hospital. E lá a verdade: fratura no fêmur,tanto no esquerdo e direito. Teria que operar.
Minha casa então passou a ser o Hospital Bom Pastor. Lá também se tornou a segunda casa dos meus filhos e de minha esposa. Mas nós fomos muito bem recebidos. A equipe da enfermaria, me dava muito conforto. Eu tinha tantas dúvidas e reclamações. E as enfermeiras me ouviam. Tinha uma que até me chamava de meu bebê.
A operação das pernas não poderia ser feita em Varginha só em BH. Eu teria que aguardar a transferência. Todo dia perguntava: alguma resposta?
Quando estava em meu leito comecei a receber muitas visitas, que me animavam e me punham pra frente e que fizeram os dias passar logo. Depois de dois meses, a surpresa, de manhã a notícia. Minha operação saiu. Chorei. E de tarde eu já estava na estrada. Como seria o tratamento em BH? Foi ótimo. A operação foi longa, não vi, dormi. Lá também conheci uma ótima equipe de enfermeiros e não é que todo mundo ficou amigo de um enfermeiro com sotaque de gaúcho. Ele me falava palavras tão bonitas. E eu via, ele dava tanta força para minha família.
Poucos dias da primeira operação foi a vez da segunda operação. Outro sucesso. Me senti mais confiante. Sabia que logo voltaria para minha casa, veria meu cachorrinho e meu outro filho que havia ficado.
Em outubro, três meses depois, voltei para minha casa, que foi toda modificada. Eu tinha uma cama especial.E uma lista enorme de cuidados.
E não é que logo que chegamos minha esposa, no outro dia já procurou a equipe do PAD, médicos e uma equipe que atendem em casa. E achando que eles iriam demorar para fazer a primeira visita, que nada. Foi tanta gente, médicos, enfermeiras, nutricionistas e fisioterapeutas para me olharem que nem sei mais quem foi o primeiro.
Eu que havia chegado a um ponto da vida que achava que não poderia mais fazer amigos, estava enganado. Essa equipe se tornou parte da minha vida. Cuidaram de tudo, comida, remédios. Ganhei tanta coisa deles. Os cortes da operação eram cuidados, minha comida recebia acréscimos nutricionais e minhas pernas voltavam a mexer graças ao trabalho do fisioterapeuta.
Eu ficava ansioso quanto a sua visita. Consegui mexer os dedos e o pé de novo. Sozinho! Meus braços ficavam fortes. Eu queria voltar a andar logo.
Não sobraram esforços de todos, família e equipe para fazer isso. Exercícios várias vezes ao dia. E aos poucos fui sentando na cama... e certo dia eu voltei me sentar pra valer na cama, com a ajuda de todo mundo, mesmo por poucos minutos.
Essa foi minha maior conquista. Porque infelizmente a minha doença lutava contra.
Mas eu sempre mantive fixo o pensamento que iria melhorar...
Ficava pensativo... mas não me entreguei... eu na verdade aceitei essa fase. Dei valor em muitas coisas. E sempre agradecia por tudo.
Natal e ano novo de novo, promessas, e nunca dei tanto valor para vida. Foi um ano difícil, mas tudo iria melhorar.
Recebi tantas visitas!
Mas fui ficando fraco, meu corpo pedia descanso. Tudo doía novamente. Os remédios me davam conforto. Eu não gritava ou reclamava da dor.
A equipe continou me acompanhando. Eu fui ficando fraco. Minha mente continuava ótima, mas meu corpo não. Tentavam fazer de tudo. Até minha voz foi sumindo... sumindo...
Em um fim de semana recebi visitas, fiquei bom, conversei...gastei todas as minhas energias, essa que fui guardando com tanto carinho. Na segunda eu só conseguia olhar o que estavam fazendo. Por gestos, eu ainda brincava.
Na quarta-feira, mais cuidados médicos. Minha mulher não saia do meu lado e meus filhos sempre preocupados.
Na quinta, meu corpo não tinha vontade de mais nada, mas recebi novamente tratamentos... enfermeiras, médica e minha família me ajudaram. Tomei remédio, me limparam. Minha respiração foi ficando pausada. Eu sentia vontade de descansar. Sentia uma mão junto com a minha. Mas estava fraco, querendo dormir... e assim aconteceu... eu dormi... quietinho.. não dei trabalho...finalmente descansei... e não tive forças para falar de novo: um obrigado... e para contar uma piada nova para meu amigo fisioterapeuta. Mas eu precisava descansar...
E que cada memória minha seja então de agradecimento por todos vocês. Obrigado!”
Ademar Luiz ( in memorian)
Esse texto escrevi quando completava um mês que meu pai havia nos desejado e perdido sua batalha.
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